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segunda-feira, 18 de junho de 2007

A Festa do Nosso Santo

Decorreu ontem, com bom tempo, a Festa de Santo António da Póvoa.
Foram nomeados para Mordomos para o Ano de 2008 os senhores Avelino Manuel Costa Santos e Faucart Ronaldo

sexta-feira, 16 de março de 2007

50 ANOS

Pois é, faz durante o ano de 2007 CINQUENTA ANOS que a iluminação pública chegou a Póvoa de Santo António.


Não é que eu me lembre, mas é o que dizem por aí.

quinta-feira, 15 de março de 2007

Encerramento da Escola da Póvoa

Está na lista “negra” da DREC o encerramento da Escola de Póvoa de Santo António, assim como a de Vale de Madeiros e mais 5 do Concelho de Nelas.

Será que foi por causa disso que pararam as obras na antiga Escola Primária para a instalação da Pré-escola até agora a funcionar nas instalações da ARCPSA?



Tinha-se comentado que era por falta de plim, mas o motivo deve ser esse.

Digo eu, mas ultimamente tenho ido poucas vezes ao “Alto de Santo António”, pois daí mira-se de tudo um pouco, embora de costas para a Escola.

domingo, 4 de março de 2007

A Capela de Póvoa de Santo António






por Alexandre Alves
in Canas de Senhorim
_ História e Património _ JFCdS _ 1996

"A capela foi mandada edificar pela respectiva confraria e pelos moradores do lugar, estando as obras de pedraria e madeiras concluídas em 1775, ano em que se concedeu a licença para a sua benção (23 de Novembro).
Executou os trabalhos de pedraria mestre José Ferreira, da Província do Minho, residente nessa altura em Oliveira do Conde, pela importância de 225.000 reis, nos termos de uma escritura de obrigação de Setembro /Outubro de 1770. Compu­nham a mesa da confraria os mordomos João Alves, José Rodrigues Miranda e o tesoureiro Sebastião Pais.
Da obra de madeiras encarregou-se Pascoal da Fonseca, mestre carpinteiro de Alvarelhos, concelho de Oliveira do Conde, por 123.500 reis. Lavrou-se a escritura em 1 de Dezembro de 1771, obrigando-se o mestre a fazer pela quantia referida toda a obra de madeira, incluindo a armação, guarda pó, portas, forros e um armário para os cálices na sacristia, tudo na forma dos apontamentos, até ao fim de Setembro de 1772. Intervieram na escritura os mordomos Manuel do Couro e Manuel Fernan­des, do mesmo lugar da Póvoa. Anos mais tarde, em 1817, os mordomos Crisóstomo José e Antó­nio Borges mandaram fazer uma tri­buna para o altar, sendo de 25 de Outubro do referido ano a concessão da licença para a benção.


Texto e Fotos tirados de:
http://municipiocds.blogspot.com